quarta-feira, 27 de julho de 2011

escrever, escrever, escrever até morrer


Breves delírios - Livro de Fernanda Valencise

Preciso escrever de maneira frenética, rápida, ágil, todas as palavras possíveis do mundo, "all and more". "Mor-re". Por que quero não ser entendido, quero apenas que saiam toscas, idióticas, neologísticas palavras do meu cerne, da minha palma, da minha alma, do meu ser...Os cientistas desconhecem o que é alma? Acabaram de contar-me isso. Absurdo, meu Deus. opa! Não existe Deus também? Então me digam o que existe de concreto neste universo pluricelular. Estou cheio. Cheio de átomos, elétrons e prótons que giram em torno de meu minúsculo núcleo plasmático. Doe viver cientificamente; é chato viver cientificamente. Será que ninguém percebeu que os próprios cientistas acham chatas as suas descobertas inúteis. Sim! Inúteis, pois todas as úteis eles não podem usar.
Blá." Chega, nêga". Espelho, espelho seu, diga-lhe se existe alguém mais bonito do que ... Fudeu! Falam muito desse cidadão. Fu deu ali, Fu deu aqui, Fu deu isso, Fu deu aquilo. Gente, deixa Fu dar.

Para Ammy Winehouse

Acho que você gostaria deste texto, garota.



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